quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Shrek existiu. E falava 14 idiomas

O personagem de desenho animado que é sucesso em todo mundo foi criado a partir de uma máscara mortuária do francês Maurice Tillet. Poeta e actor, Tillet nasceu em 1903.
Muito inteligente, falava 14 idiomas.
Na adolescência, contraiu uma doença rara, chamada acromegalia , que causa a desfiguração de partes do corpo. A transformação para um quase "monstro" não o abateu. Ele emigrou para os Estados Unidos e converteu-se num profissional da Luta livre, com o nome de "Assustador ogre do ringue". Lutou até quando pôde. Morreu em 1954, aos 51 anos, de um ataque cardíaco. Pouco antes, seu parceiro de partidas de xadrez, Bobby Managain , pediu para fazer um life cast ( máscara mortuária) dele.
Tillet concordou e Bobby fez cópias em gesso da cabeça do amigo. Uma delas foi para o Museu internacional da Luta Livre, em Iowa. A outra foi parar no Hall of Fame do York Barbell Building para mostrar os primórdios das formas da luta livre moderna e do halterofilismo. Foi esta réplica que serviu de modelo para a construção de Shrek.

Gay Sex Positions II - Position 1

Posição Standard

Há já muito tempo que não escrevia um artigo sobre sexo e posições sexuais. Decidi escrever agora outro.

A primeira posição que vos trago, que apelidei por "Posição Standard", é talvez um dos modos mais comuns de praticar o sexo anal, quer entre a comunidade gay, quer entre os casais heterossexuais. Por dois motivos - porque é a posição mais óbvia (no seguimento do pensamento: "Quero penetrar-te o anus, portanto vira-te ao contráro), e porque para as primeiras experiências não é de todo uma má opção, já que quem vai ser penetrado está confortavelmente deitado e deixa todo o trabalho para o activo - que se por sua vez for novato na coisa estará literalmente a tentar dar com o"buraco"; já se for experiente, ou é muito meigo (e já expliquei uma vez a relevância da interacção entre os casais aqui), ou então vai irremediavelmente magoar o passivo.

Na minha experiência, esta posição tem alguns prós e contras. Como todas aliás. O primeiro ponto a favor é o penis ser introduzido no anus na sua totalidade, massajando com mais facilidade a próstata. No entanto se para uns esta poderá ser uma experiência gratificante, para outros poderá mostrar-se dolorosa. Outro ponto favorável é a união de corpos entre o casal, e a possibilidade que o activo tem de "mimar" o passivo, enquanto ele fica quietinho no seu lugar a desfrutar.

No que diz respeito a pontos contra.. o facto de não existir contacto visual entre as duas pessoas, poderá levar à insegurança do passivo, e ao descontrolo do activo uma vez que obtem pouco feedback do parceiro. Além do contacto visual, na minha modesta opinião outro ponto negativo será a dificuldade de beijar o parceiro.

Nesta posição poderemos ainda agarrar as mãos do nosso parceiro e pô-las onde bem entendermos, e ficarmos com as nossas mãos coladas às deles. (por ex. na cama por cima das cabeças, juntos aos ombros, em baixo, no rabo do activo se conseguir ter elasticidade para tal, etc etc etc.)

Disfrutem ao máximo desta posição, e tentem-na experimentar nas mais diversas situações - Na cama, no sofá, no chão, na praia, no campo, no carro, etc etc etc...


Com muito prazer me despeço,
sempre com preservativo,

Amaciador

Jornal chinês surpreende leitores...


... com reportagem sobre
Gays


O jornal oficial "China Daily" --o principal em inglês do país-- surpreendeu hoje seus leitores com uma reportagem sobre a homossexualidade e com uma foto de uma página de dois homens chineses se beijando, um tema que há poucos anos era escondido pelo governo.

O jornal e sua versão digital publicam nesta segunda-feira as entrevistas com três homossexuais chineses, entre eles Tong Ge, um escritor de 57 anos que foi casado e teve uma criança antes de assumir sua orientação sexual.

Ruo Zhe, 33, autor do primeiro portal virtual de temática gay na China, e uma lésbica de 26 anos identificada com um pseudônimo são os outros dois protagonistas do artigo, um dos primeiros do país a mostrar a quase desconhecida comunidade homossexual do país asiático.

O "China Daily" conta as dificuldades que essa comunidade --que possui entre 5 milhões e 10 milhões de pessoas, segundo os estudos-- enfrenta em uma sociedade ainda muito tradicionalista, "na qual se arriscam a perder seus empregos e distanciar-se da família e amigos".

Tong diz que quando realmente percebeu sua orientação, em plena Revolução Cultural (1966-76), "nem sequer sabia que havia uma definição para esse comportamento", e só em meados dos anos 70 descobriu que havia nas cidades "locais secretos" como parques e banheiros públicos usados como pontos de encontro entre os homossexuais.

O sexo seguro entre eles era impossível, pois os preservativos eram entregues por escritórios de planejamento familiar nas unidades de trabalho e apenas às pessoas casadas.
Ruo diz que se sentia como "um monstro", pois a legislação chinesa considerava a homossexualidade uma doença mental, situação que perdurou até 2001. "Só ao consultar sites estrangeiros percebi que não era o único gay no mundo", relata o jovem.